O Sincronicídio

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Título completo: “O Sincronicídio: sexo, morte e revelações transcendentais” (2013)

Autor: Fabio Shiva

ISBN: 9788567006000    –  520 páginas

Book trailer    –    Playlist   –   Leia o primeiro capítulo.

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“E foi assim que descobri que a inocência é como a esperança. Sempre resta um pouco mais para se perder.”

Haverá um desígnio oculto por trás da horrenda série de assassinatos que abala a cidade de Rio Santo? Apenas um homem em toda a força policial poderia reconhecer as conexões entre os diversos crimes e elucidar o mistério do Sincronicídio. Por esse motivo é que o inspetor Alberto Teixeira, da Delegacia de Homicídios, está marcado para morrer.

“Era para sermos centelhas divinas.  Mas escolhemos abraçar a escuridão.”

Suspense, erotismo e filosofia em uma trama instigante que desafia o leitor a cada passo. Uma história contada de forma extremamente inovadora, como um Passeio do Cavalo (clássico problema de xadrez) pelos 64 hexagramas do I Ching, o Livro das Mutações.

Um romance de muitas possibilidades.

Esta é uma história que vai desafiando o leitor aos poucos, matreiramente, conquistando primeiro sua confiança antes de conduzi-lo a voos cada vez mais altos da imaginação. O SINCRONICÍDIO é um romance policial à sua maneira, que consiste em misturar todas as outras: as refinadas charadas do whodunit são apresentadas em meio a truculentas cenas noir, e o clássico mistério do quarto fechado é servido de modo a atender ao gosto moderno pela escatologia. Ocorre que esta é uma obra de muitas camadas, múltiplas possibilidades de interpretação. Não é exagero afirmar que nunca antes uma história policial foi contada dessa maneira.

Quanto ao estilo, a narrativa segue o padrão essencial do folhetim, finalizando cada segmento do texto em suspense, de forma a instigar o leitor a prosseguir com a leitura. Quanto à estrutura, este é um livro que escapa aos padrões, ao se propor como interseção literária entre dois ricos universos semânticos: o xadrez e o I Ching. O SINCRONICÍDIO é dividido em 64 capítulos apresentados fora da sequência numérica, cada qual representado pelo correspondente hexagrama do I Ching, o Livro das Mutações, milenar oráculo chinês. O hexagrama é apresentado ao início do capítulo em uma engenhosa adaptação para o xadrez, que substitui as linhas yang e yin pelas casas brancas e negras do tabuleiro, sinalizando as linhas móveis através de peças que ocupam as respectivas casas. O resultado são verdadeiros “poemas enxadrísticos”, uma curiosidade a mais para o leitor comum e um deleite para os entusiastas do Jogo dos Reis.

O livro estruturado dessa forma, ao mesmo tempo em que propicia ao leitor uma apresentação original e atraente para a sua história, revela também afinidade com um alto anseio literário: expressar, através do romance, a totalidade da vida em sua complexidade. Pelo mesmo motivo, à semelhança de obras como Ulisses de James Joyce e Mrs Dalloway de Virginia Woolf, a história toda acontece em um único dia, o dia do Sincronicídio.

Extratos de resenhas sobre o livro:

Fábio Shiva captura a nossa atenção com uma narrativa simples, enxuta, precisa, instigante, carregada de um suspense crescente e contínuo. Nada de palavreados rebuscados, clichês ou divagações fora de contexto. Gostei muito de seu estilo e ficarei imensamente feliz se Shiva não parar por aí. Recomendado a todos os que procuram algo a mais no gênero policial. Ótimo ritmo, ótimos personagens e um desenrolar que vai deixar você preso até o final. Leiam e se surpreendam! —Renata CCS—

“O Sincronicídio” é, antes de tudo, uma obra extremamente inovadora (…). E a cada capítulo encerrado, temos logo vontade de começar o seguinte sem pausa. (…) “O Sincronicídio” nasceu para ser grande, e é uma obra tão boa que fará com que o leitor sinta-se em um misto entre Umberto Eco e Arthur Conan Doyle, mas com requintes de Edgar Alan Poe. —Marcos Garcia—

“O Sincronicídio” é livro de um autor maduro e seguro de seu ofício. (…) Um Umberto Eco moderno e tupiniquim. (…) Realmente inovador. Imperdível! —Rodolfo Euflazino—

Já na primeira página podemos sentir que a obra vai se compondo por vários diferenciais… Citações humanistas iluminam as páginas. Dostô, Shakespeare, Goethe e Bach se misturam no mistério da obra…. que lindooo!!! (…) Fábio “quase escondido” sob o manto dos personagens vai aos poucos desvendando capítulo após capítulo, além do mistério, uma vasta cultura para o leitor. Por muitas passagens eu encontrei a alma do autor, que abusava do direito ao entrelaçamento de assuntos filosóficos, personagens memoráveis, citações magníficas, críticas, música, sexo, vasta cultura e conhecimentos, religião, misticismo, ficção, lirismo e rock and roll… tudo isso envolto em pura poesia e amor.  —Lua Oliveira—

A trama também é bem construída e bem envolvente, tão envolvente, que inúmeras vezes durante a leitura do livro, me peguei descendo na estação mais à frente do metrô, para poder terminar “só mais um capítulo”, ou deixando as coisas do trabalho para “horas avançadas da madrugada” para ler 1 ou 2 capítulos a mais. (…) O Fábio muito inteligentemente “escondeu” críticas à nossa sociedade, aos nossos modos de vida e tabus, embaixo de camadas e mais camadas de sexo. O leitor mais atencioso achará muitas críticas às nossas ambições desenfreadas por poder, dinheiro e sexo. (…) Recomendo a leitura deste livro, se você curte um bom livro, vai devorar esse aqui. —Mauro B. Fonseca—

Xeque-mate no leitor! – “O Sincronicídio” é um romance policial diferente e inovador, não somente pela maneira incomum de iniciar os capítulos, mas pelo desenvolvimento da história em si. (…) Uma grande sacada do autor são as múltiplas interpretações que se pode dar à narrativa, pois, se nas primeiras linhas acreditei ser conduzida pela filosofia, descobri que além de ser de fato uma trama policial recheada de suspense, com doses de ficção cientifica, o tempo todo o autor me levava a decifrar de várias maneiras o enredo da história, sem, contudo conseguir chegar ao desfecho final correto. Acabei sendo surpreendida diversas vezes. Fiquei muito orgulhosa por ser um escritor brasileiro o responsável por construir uma obra magnífica como esta. Leitura recomendada!  —Léia Viana—

O Transcendental e o Carnal juntos num ótimo policial – Excelente obra de estreia de um escritor talentoso e criativo. Se você quer se prender totalmente a uma história, este é o livro certo. Se, além disso, você deseja conhecer e refletir sobre temas e conceitos pouco conhecidos (ao menos pelo mundo ocidental), este livro torna-se ainda mais indicado. A escrita é simples e extremamente envolvente, sendo cada capítulo uma pequena peça necessária a montagem do quebra-cabeça. (…) Não há pontas soltas na história, apenas lacunas propositais criadas para serem preenchidas pela imaginação do leitor. E, acredite, esse livro realmente dá asas à imaginação! Recomendo e muito a obra, acho quase impossível que alguém saia indiferente da leitura da mesma. —Fernanda Xavier —

Talvez o ponto que mais surpreenda em “O Sincronícidio” seja sua aparente simplicidade. (…) É tal a quantidade de pistas “escondidas” que numa releitura percebe-se que muita coisa já havia sido contada já no inicio da história, ou pelo menos insinuada. (…) Não poderia deixar de comentar a habilidade com que o autor brinca com os opostos, luz e trevas, branco e preto, Yin e Yang; isso é marcante no caso dos gêmeos, (…) pergunto-me como alguém criou dois personagens tão complexos, é impossível não admirá-los e ao mesmo tempo se escandalizar com eles. (…) A forma como o autor vai desenvolvendo o conceito até sua definição final, bem dá o que pensar, dá muito que pensar. (…) O autor não poupou esforços para surpreender o leitor. —Rogério Lopes—

Este livro incorpora o lado científico com o misticismo. Todos os conceitos abordados pelo autor são explicados de forma lógica e embasados em alguma descoberta científica. Este livro foi decididamente o melhor que já li do gênero. —Sergio Elisio—

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